Boa Esperança, 21/01/2010

A HISTÓRIA DE UM MÁRTIR

São Sebastião


Mais do que um santo, mais do que seguir a risca os ensinamentos de Jesus, São Sebastião foi um mártir, morreu pela causa do verdadeiro cristianismo, aquele no qual o principal mandamento é a preocupação e o amor para com o irmão amigo necessitado.

Nascido no ano de 256 d. C. na cidade de Narbonne na França em uma família nobre e tradicionalmente militar, o garoto Sebastião teve sua educação em Milão e Roma na Itália.

Exercia bem o cargo que adquiriu no exército romano, perante o imperador, porém por ser cristão não participava de cultos e sacrifícios a outros deuses e sempre que podia ajudava os cristãos presos e perseguidos.

SPor algum tempo conseguiu esconder sua religião e manter-se a salvo e chegou até mesmo ser capitão da Guarda Pretoriana (guarda pessoal do imperador). Porém depois de algum tempo foi denunciado a Maximiliano que o condenou a morrer por flechadas.

Os soldados do império cumpriram as ordens, mais por um descuido, Sebastião permaneceu vivo e foi levado pelos cristãos até a casa de uma cristã chamada Irene (Santa Irene) que cuidou de seus ferimentos.

Restabelecido, ignorando avisos dos amigos para fugir ele foi ao imperador repreendê-lo pela perseguição aos cristãos, o que irritou extremamente Maximiliano que desta vez mandou que açoitassem Sebastião até a morte, o que de fato veio a acontecer em 286 d. C..

Alguns estudiosos do cristianismo costumam dizer que “o martírio é uma semente fértil” pois sempre que alguém morre pela causa do Cristo mostra a outras pessoas o quão é real o amor pregado pó Jesus. Se a causa é nobre e acontece para o bem, os seguidores do Nazareno, como São Sebastião, morrem felizes pelos irmãos amigos do Reino. Que este santo mártir continue a ser sempre semente fértil em nosso meio.




Fonte: Marcelo de Lima Ferreira (Equipe Forânea da Pastoral da Juventude)