Boa Esperança, 27/01/2010

SÃO JOÃO BOSCO:

Servidor da juventude


O dicionário Aurélio conceitua a palavra “Santo” da seguinte maneira:  “adj. 1. V. sagrado(2 e 3). 2. Rel. Diz-se daquele que a Igreja Católica canonizou. 3. Puro, inocente. 4. Bondoso, virtuoso. 5. Útil, profícuo. * sm.  6. Rel. Homem canonizado. 7. Imagem de Santo(6). 8. Homem bondoso, virtuoso.”. Palavras que não conseguem atingir em plenitude a santidade de São João Bosco.

Foi em Becchi, na Itália no dia dezesseis de Agosto de 1815 em uma família pobre, que nasceu João Bosco,  filho do segundo casamento de seu pai. Aos vinte anos de idade ingressou no seminário de Chieri, para então ser ordenado padre no ano de 1841.

Logo que se tornou presbítero foi transferido para a cidade de Turim, onde atuou grande parte de seu ministério. Cidade esta que sofria com a violência e a falta de emprego e educação para os jovens, e por isso Bosco começou a fazer um trabalho de educação e catequese na sacristia da Igreja de São Francisco de Sales. Trabalho que resultou no ORATÓRIO, obra assistencial que se ocupava do lazer, catequese e educação dos jovens.

Sua preocupação com a juventude era tanta que fundou a Pia Sociedade de São Francisco de Sales (salesianos) e a Associação dos Cooperadores Internacionais Salesianos, além de ajudar a fundar a Fundação das Filhas de Maria Auxiliadora (irmãs salesianas), todos com a espiritualidade a Nossa Senhora Auxiliadora e seu Filho Cristo Jesus, com voto de pobreza e o carisma de ajuda à juventude.

Mesmo depois que se tornou bispo não deixou de se preocupar com a juventude e continuava a direcionar seus trabalhos e palavras aos seus preferidos, tais como: “Que os jovens não só sejam amados, mais saibam que são amados” e ainda “Prometi a Deus que até meu ultimo suspiro seria pelos meus pobres jovens”.

Que o exemplo deste homem que dedicou sua vida pelos jovens, cuja festa celebramos 31 de Janeiro, inspire cada vez mais pessoas para o carisma da evangelização, educação e lazer de nossa juventude, presente e futuro da sociedade e de nossa Igreja.




Fonte: Marcelo de Lima Ferreira (Ministério Extraordinário do Acolitato)